O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) teve uma evolução clínica e melhora da função renal. Entretando, apresentou uma “nova elevação dos marcadores inflamatórios no sangue”. Por esse motivo, houve a necessidade de aumentar a cobertura dos antibióticos.
O boletim médico divulgado na próximo domingo (15/3) diz que ele continua com “suporte clínico intensivo e com intensificação da fisioterapia respiratória e motora”. Por ora, não existe previsão de alta da Unidade de Tratamento Intensitva (UTI).
O documento é assinado através da equipe médica que acompanha Bolsonaro. O ex-chefe do Executivo fica internado no hospital DF Star, em Brasília, desde sexta-feira (13/3), por causa de um quadro de broncopneumonia bacteriana bilateral.
No boletim do sábado anterior (14/3), foi constatado o quadro de piora da função renal e elevação dos marcadores inflamatórios de Bolsonaro. Apesar desse cenário, o documento falava em “quadro estável”. O ex-presidente apresentou febre alta, queda de saturação de oxigênio, sudorese intensa e calafrios enquanto estava detido na Papudinha, em Brasília.
Diante da piora clínica, a equipe de plantão optou por transferi-lo para avaliação hospitalar mais detalhada.
O ex-presidente cumpre pena de 27 anos e 3 meses na Papudinha, penitenciária localizado no complicado da Papuda, no Distrito Federal, desde o dia 15 de janeiro.
Flávio: “Piora nos rins” Na tarde de sábado, o pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) visitou o pai. Em entrevista na saída da unidade médica, explicou que o ex-presidente apresentou piora no quadro de saúde.
“Os médicos me informaram ali que além da questão do pulmão também de ontem para Hoje foi o rim que também foi afetado, né, sobrecarregado aí com em função da reação do corpo dele”, explicou o senador.
Com informações Metropoles

