O começo do julgamento fica previsto para às 8h, no Fórum de Votuporanga/SP; caso registrado no mês de fevereiro de 2024, no bairro Jardim Orlando Mastrocola, ganhou repercussão nacional.
O Fórum de Votuporanga/SP, sedia na próxima quarta (29.jul), a contar das 8h, o Tribunal do Júri que irá julgar Rodrigo Marques, de 42 anos (à época dos fatos), acusado de matar a tiros o cantor sertanejo Gustavo Henrique Soares Caporalini, de 39 anos, no dia 25 de fevereiro de 2024, dentro da casa da vítima no bairro Jardim Orlando Mastrocola. O caso ganhou repercussão nacional.
Naquele domingo, o cantor sertanejo Gustavo estava em casa, em um churrasco com a família, quando foi baleado. Conforme a Polícia Civil, o réu chegou ao imóvel se apresentando como policial e, assim que Gustavo foi atender, foi alvejado.
No momento do crime, os pais, três filhos de Gustavo e um tio dele, que é policial, estavam na casa. O réu ainda teria atirado contra o pai e o tio de Gustavo, no entanto, não conseguiu atingi-los devido a pontaria e a reação das vítimas.
Gustavo foi socorrido por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e levado para o pronto-socorro da cidade. De acordo com a Santa Casa de Votuporanga, o sertanejo foi atendido, mas morreu às 14h18.
Conforme o noticiado através do Diário, o processo de homicídio instruido tramita na 1ª Vara Criminal e o réu, que é policial penal, se mantém detido desde o momento em que foi detido, horas mais tarde através da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais, em Campina Verde, com a arma que teria sido usada no crime, dentro do veículo.
Ainda conforme o apurado, devido à grande repercussão do caso e à notoriedade dos envolvidos – à vítima, um cantor sertanejo conhecido regionalmente e, o acusado, que é policial penal – a Justiça determinou várias medidas para defender a segurança e a planejamento dos trabalhos.
As determinações passam através do reforço do policiamento na área do Fórum, controle de acesso ao edifício, inspeção com detector de metais, distribuição de senhas para o público e reserva de assentos para familiares da vítima e do acusado. Além disto, também será proibida qualquer manifestação que possa influenciar os jurados, como o uso de faixas, cartazes ou bandeiras, embora seja permitido o ingresso de pessoas utilizando camisetas com referências ao caso, desde que a manifestação permaneça silenciosa.
Na prática, a expectativa é de que o julgamento, um dos tribunais do júri mais esperados dos últimos anos em Votuporanga, reúna familiares, amigos e pessoas ligadas às partes envolvidas.
Assim como em outros julgamentos do tipo, acusação e defesa conseguirão usar recursos audiovisuais e apresentar materiais relacionados ao caso para sustentar suas teses perante o Conselho de Sentença.
Com informações da Diario de Votuporanga

